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“Nos últimos dois milênios a confraria religiosa criou um cristianismo totalmente distinto de Cristo”, observa Tiago Santos

Como resultado de uma profunda reflexão teológica e social realizada em 1974, em Lausana, Suíça, o Pacto de Lausanne tornou-se para o movimento evangélico mundial o que o Concílio Vaticano II representa para o Catolicismo Romano, ou seja, uma nova forma de ver e entender a relação da Igreja com a sociedade. Desde 74 evangélicos comprometidos com a missão integral do Evangelho desenvolvem estratégias de comunicação do Evangelho, que não envolvem apenas a simples transmissão das Boas Novas, mas também o acompanhamento das necessidades e debilidades dos ouvintes. Também como resultado deste movimento de Lausanne vem surgindo – nos Estados Unidos, mas também agora no Brasil – igrejas ou cultos alternativos que têm como modelo o Pacto de Lausanne e a Igreja Primitiva. Acrescente-se a estes modelos uma visão progressista do Evangelho, de observância dos Direitos Humanos. Um dos movimentos que incorporam estes princípios é O Abrigo, uma comunidade que atua a partir de grupos de estudo em Por…

Editorial: Por que os evangélicos não devem apoiar a candidatura presidencial de Bolsonaro?

“O neto de traficante não precisa ser o próximo traficante. Nesse sentido acredito que o esporte tem um papel fundamental”, declara Renildo Lopes Júnior.

Editorial: Não é a hora de deixarmos o movimento evangélico

“A escravidão perdurou durante muito tempo e ainda sofremos o impacto dessa mancha em nossa história”, declara Danielle Cleres

“Marielle era um sinal de esperança, de renovo na política”, declara Rebecca Maciel

"A cultura indígena tem muito a ensinar aos cristãos sobre partilha e cuidado com a terra", declara Marcos Aurélio