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Editorial: Não é a hora de deixarmos o movimento evangélico

Por Johnny Bernardo

Por mais que estejamos putos com o apoio de igrejas evangélicas (pentecostais, em sua maioria) a Jair Bolsonaro, não devemos deixar o movimento evangélico. Tudo parece mostrar que, no próximo dia 28, o milico será eleito presidente do Brasil e entraremos em uma nova “idade média”, cuja mistura de militarismo com conservadorismo trará inúmeros danos às conquistas sociais e progressistas.

É desconcertante o fato de que não apenas igrejas pentecostais, mas também igrejas históricas terem embarcado na campanha pró-Bolsonaro. É nas igrejas protestantes históricas que encontramos um maior número de progressistas, e não apenas membros, mas também líderes eclesiais. Pautas como igualdade entre os gêneros, sustentabilidade, democracia racial, têm maior espaço nesse nicho. Daí porque é difícil entender que parte desse segmento apoie as pautas destrutivas de Jair Bolsonaro.

No entanto, não é a hora de deixarmos o movimento evangélico. Até porque não é a totalidade de evangéli…

“Nos últimos dois milênios a confraria religiosa criou um cristianismo totalmente distinto de Cristo”, observa Tiago Santos

Editorial: Por que os evangélicos não devem apoiar a candidatura presidencial de Bolsonaro?

“O neto de traficante não precisa ser o próximo traficante. Nesse sentido acredito que o esporte tem um papel fundamental”, declara Renildo Lopes Júnior.

“A escravidão perdurou durante muito tempo e ainda sofremos o impacto dessa mancha em nossa história”, declara Danielle Cleres

“Marielle era um sinal de esperança, de renovo na política”, declara Rebecca Maciel

"A cultura indígena tem muito a ensinar aos cristãos sobre partilha e cuidado com a terra", declara Marcos Aurélio